
À
procura de novos caminhos
As
incertezas que nublam o horizonte de curto e médio prazo inibem palpites
sobre como será o varejo pós-crise
Viviane Mottin
Em meio a tanta indefinição, especialistas
brasileiros em consumo e comércio só têm uma certeza: o crash financeiro
que repercutiu na economia do mundo todo de setembro para cá traz
desafios e aprendizados importantes, tanto para consumidores quanto para
varejistas.
De um lado, a grande massa de consumidores
formada pelas classes C, D e E refugia-se na prudência em relação às
compras de grande valor, para não comprometer a renda familiar no médio
prazo. E forma uma pequena poupança, fazendo frente ao eventual
desemprego. De outro, as classes A e B, que se consideram menos
ameaçadas, continuam apostando na manutenção do padrão conquistado.
“Após um período de vacas gordas, crédito
abundante e vendas fáceis, o varejo brasileiro passa por um teste: vai
mostrar quem é quem na competência de gestão”, antevê Eugênio Foganholo,
da Mixxer Desenvolvimento Empresarial. Políticas de prazos de pagamento,
de preços e escolha do mix de produtos são os desafios para enfrentar a
mudança de hábitos dos consumidores, na sua opinião.
Leia a versão integral na edição nº 24 da WF+Varejo