Fazer nada pode ser tudo!


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Nada é tudo

O Clube do Nadismo, criado por um brasileiro, reúne milhares de pessoas ao redor do mundo que levam a sério a proposta de ficar um tempo fazendo simplesmente nada

Ângela Caporal

Não fazer nada. Nada mesmo. Esta é a proposta que Marcelo Bohrer está lançando aos quatro cantos e que já ganha eco fora do País com a adesão de quase 5 mil sócios ao seu Clube do Nadismo. Em agosto do ano passado houve reuniões em Londres e Munique e, para maio de 2009, está sendo planejado um encontro no Central Park, em Nova York.

O que à primeira vista parece devaneio de quem não tem mesmo nada para fazer (aqui, sem trocadilhos) é uma nova maneira de encarar a vida que privilegia o bem-estar. O dono da idéia garante que o prazer de não fazer algo nem que seja por alguns minutos traz benefícios inimagináveis.

CRIADOR Marcelo Bohrer é pai da idéia

“Todos temos a idéia idílica de quão bom é o tempo para fazer nada numa boa. Ao mesmo tempo a grande maioria das pessoas vive num ritmo cada vez mais acelerado e com ocupações que superam o limite das 24h. Resultado, fazer nada passa a ser o supra-sumo do luxo moderno. As pessoas que se tornaram sócias do Clube são aquelas que se deram conta de que esse luxo é acessível e é de graça.
Se chama Nadismo”, enfatiza Bohrer, que mora no Rio Grande do Sul..

Leia a versão integral na edição nº 23 do WF+Varejo

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