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DIVULGAÇÃO/GIVENCHY |
DIVULGAÇÃO |
DIVULGAÇÃO/IRVING SOLERO |
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MISTÉRIOS Da esquerda
para direita, traje de Ricardo Tisci. Vestido vitoriano considerado
referência para a estética gótica. Criação de Alexander McQueen que
explora elementos da bruxaria e perseguição religiosa |
O
lado negro da moda
Da
alta costura aos trajes dos roqueiros e adolescentes dark, o gótico povoa o
imaginário dos mais importantes designers de moda
Érika Milena
Apesar de evocar a morte e o mistério, usando como base a cor preta, o
gótico na moda não dá sinais de cansaço – muito pelo contrário, está sempre
vivo na cabeça e na ponta do lápis dos mais renomados estilistas. É isto o
que prova a exposição “Gothic: Dark Glamour” aberta no início de setembro no
museu do Fashion Institute of Technology – FIT, em Nova York.
A
mostra traz peças assinadas por nomes como Alexander McQueen, John Galliano
(para a Christian Dior), Rick Owens, Yohji Yamamoto, Karl Lagerfeld (para a
Chanel Haute Couture), Jean Paul Gaultier, Comme des Garçons, Christian
Lacroix, Derek Lam, Olivier Theyskens, Jun Takahashi (da Undercover),
Olivier Theyskens, Ann Demeulemeester e Riccardo Tisci (da Givenchy), entre
outros. São criações que vão desde vestidos de noite a trajes de palco, ao
mesmo tempo glamourosas e tétricas, ingênuas e sedutoras, leves e
assustadoras, negras e vermelhas – refratárias à dicotomia característica
deste universo.
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