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Nathalie e Sonia
Rykiel acompanhadas de sua modelos sorridentes |
40 anos Rykiel
A grife de Sonia Rykiel
comemora quatro décadas de existência como uma das raras marcas de luxo
totalmente independente de grandes grupos de investidores
Jogo de damas
Silvano Mendes, de Paris
Ela ficou conhecida no mundo
todo como “A Rainha do Tricô”. E isso desde 1970, quando o Women's Wear
Daily decidiu homenageá-la dois anos após a criação de sua marca. Desde
então, a estilista Sonia Rykiel não pára de transformar a moda com suas
peças tricotadas e suas costuras pelo avesso que viraram sinônimo de Rive
Gauche parisiense.
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| Um dos looks da
coleção verão 1973 |
Quatro décadas depois, a
emblemática criadora continua passeando pelas ruas do bairro de Saint
Germain e a sua loja, com livros expostos na vitrine, é um dos símbolos da
região. Com sua cabeleira cor de fogo, sempre vestida de preto, essa
feiticeira da moda até hoje tem mesa reservada no Café de Flore na hora do
almoço, onde já teve até sanduiche batizado com seu nome.
Em 2008, a maison completou 40
anos e comemorações não faltaram, a começar pela reabertura com grande pompa
da boutique do 175 Boulevard Saint Germain. Em seguida, um mega-desfile em
outubro foi marcado pela apresentação surpresa de varios looks-homenagem
elaborados por estilistas como Jean Paul Gautier ou Martin Margiela, que se
inspiraram na rainha do tricô. As celebrações foram coroadas com uma
retrospectiva inaugurada em novembro no Museu da Moda e do Têxtil de Paris.
A mostra Sonia Rykiel, Exhibition, que vai até o mês de abril, percorre toda
a história da estilista, lembrando que a marca tem algo diferente, que vai
bem além das blusinhas de tricô criadas em pleno maio de 68 durante a
revolução estudantil na capital francesa.
Leia a versão integral na
edição impressa nº 93 do World Fashion |