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| O estilista Kenzo
Takada conversa em sua língua natal com a diretora de redação do
World Fashion |
Fascinado
pelo que é africano, indonésio, indiano, Kenzo foi um dos
precursores a utilizar referências étnicas |
Flores e cores de Kenzo no
Brasil
Por Astrid Façanha
Zen, sorridente e
entusiasmado, Kenzo Takada esteve no Brasil a convite da Apex-Brasil e Abit
para a 25º edição do SPFW, onde participou de seminários e palestras.
Durante a palestra realizada no Centro Universitário do Senac SP, o renomado
estilista japonês, que vendeu sua marca nos anos 1990 e agora explora o ramo
da decoração, reviveu alguns dos melhores momentos da sua carreira. Como o
primeiro desfile em Paris, quando colocou modelos pulando e dançando na
passarela. Kenzo visitou a Amazônia antes da maratona de desfiles em São
Paulo e partiu impressionado com o Brasil, País, que segundo ele, teve
grande influência nas suas criações.
World Fashion – Como
foi desenvolvido o estilo Kenzo que virou marca registrada de roupas,
perfumes e cosméticos?
Kenzo Takada – Antes de
começar a minha butique desenhava o que estava na moda e interpretava nas
minhas criações, com a loja me deparei com a questão da identidade. Comecei
a pensar como seriam minhas roupas, que identidade teria em um lugar como
Paris, com tantos designers. Não poderia simplesmente imitar um designer
francês, pensei que por ser Japonês, deveria tirar proveito desta situação.
Comecei a utilizar motivos japoneses com inspirações do Kimono. Desde então,
passei a usar retalhos de Kimono, nos meus vestidos.
Leia a entrevista completa
com o estilista japonês Kenzo Takada na edição impressa nº 90 do World
Fashion.
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