 |
 |
 |
|
Paco Rabane: presença marcante no Museu do Traje |
Peças do acervo são referencias históricas |
Modelo criado por Mariano Fortuny |
Moda, território do saber
Carol Garcia
Rica e secular, a cultura
espanhola abre-se cada vez mais espaço para as influências e possibilidades
que o mundo da moda oferece, gerando uma intersecção de saberes.
A Espanha entende que cultura
de moda gera respeito e que este impulsiona os negócios. E também que toda
essa construção requer tempo. Criado em 2004, o Museu do Traje – Centro de
Investigação do Patrimônio Etnológico, por exemplo, é herdeiro de um
respeitável passado que inclui trabalhos de pesquisa e investigação
realizados desde 1925.
A coleção integra 160 mil
peças de roupas e documentos, sendo quatro mil delas representativas do
vestuário contemporâneo. Só para se ter uma idéia, o trabalho de Mariano
Fortuny, precursor dos plissados que fizeram a fama de Issey Miyake, merece
uma ala inteira de um circuito que compreende três áreas distintas de
museografia.
É nítida a meta de
contextualizar o traje em termos de importância social, cultural e econômica
– para toda a população, não somente para o segmento fashion.
Leia o artigo na íntegra na
edição impressa do World Fashion nº 88.
|